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terça-feira, 30 de agosto de 2016

Achocolatado matou criança em MT? Veja toda verdade sobre boato...

Uma série de boatos tem circulado na internet após a morte de uma criança em Cuiabá (MT), na última quinta-feira (25). Segundo os pais do menino de dois anos, ele passou mal minutos após tomar uma caixinha do achocolatado Itambezinho, teve uma parada cardiorrespiratória e morreu após dar entrada na Policlínica do Coxipó.

A mãe, de 28 anos, disse ainda que ela e o tio da criança provaram um pouco do achocolatado depois do ocorrido e também sentiram tonturas e náuseas. O tio chegou a ir ao pronto-socorro.




Ainda não se sabe o que causou a morte do menino, mas a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) determinou o recolhimento de um lote do achocolatado e a suspensão da venda do produto por 90 dias em todo o território nacional.

A Polícia Civil do Mato Grosso, que investiga o caso, apreendeu cinco caixas do achocolatado da marca Itambezinho na casa da vítima, três fechadas e duas abertas --a mãe disse que ganhou as caixas de um vizinho. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, os pais da criança e o vizinho já foram ouvidos.

A empresa Itambé Alimentos S/A, responsável pelo produto, realizou análises internas do lote mencionado e disse que nenhum problema foi encontrado na composição. Outras análises estão sendo feitas por laboratórios do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pelo laboratório forense da Polícia Civil.

Houve mortes no interior de SP?

 
Depois que o caso repercutiu nas redes sociais, outros relatos de internações e óbitos, em diferentes cidades, passaram a ser alardeados: duas crianças teriam sido internadas após ingerirem achocolatado em Campinas (SP) e Taubaté (SP). Um áudio circulou no Whatsapp com relato com o mesmo teor.

O Hospital Estadual de Sumaré (SP), cidade vizinha à Campinas, disse à reportagem do UOL que recebeu ligações de pessoas perguntando sobre internações do tipo, após o hospital ser citado nos boatos, mas afirmou que nenhum caso relacionado a achocolatados assim foi registrado --não houve exames, internações, tampouco óbitos.

Até o momento, a Itambé não foi notificada de outros casos similares relativos ao produto que está sendo investigado.

Toddynho faz mal?

 
Outro boato que corre na internet é de que o achocolatado Toddynho, vendido pela PepsiCo, teria provocado hospitalizações.

A informação foi desmentida pelos próprios internautas, que percebem que houve uma confusão no compartilhamento das notícias. .

O boato sobre Toddynho contaminado cita um caso de 2014, quando a PepsiCo recolheu 8.800 unidades do achocolatado fabricadas em Guarulhos (SP).

Na época, a fabricante verificou que as unidades estavam contaminadas com uma bactéria chamada Bacillus Cereus, que poderia causar vômitos e diarreia, e avisou as autoridades sanitárias de Porto Alegre (RS), onde as unidades seriam distribuídas, que recolheu o produto.


Fonte: UOL Notícias
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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Fato Curioso!, Por que a Semana tem 7 dias? Saiba mais...

Pare para pensar: segunda-feira, terça-feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira, sábado e domingo.

Mas também: Dó, ré, mi, fa, sol, lá, si. Sete notas musicais.

Vermelho, laranja, amarelo, verde, ciano, turquesa, azul, violeta. Sete cores do arco-íris. Sete chacras no corpo humano.

Dá para continuar.

Apesar de se saber que os números sempre existiram por razões práticas - contar ovelhas ou tomates, por exemplo -, eles também revelam padrões abstratos, e isso fez com que virassem objeto de estudo.

Cada número tem um significado em si: o 1, por exemplo, é o mais popular de todos como primeiro dígito (em um conjunto de dados, cerca de 30% dos números começam com 1) e o 5, no Oriente Médio, repele o mal.

Mas o 7 ocupa um lugar privilegiado.

Preferido

Antes de falar dos dias da semana, exploremos os números que existem sobre eles.

Ao que parece, o 7 é o preferido das pessoas.

No livro Alex através do espelho, Alex Bellos fez um experimento lançando nas redes a pergunta: "Qual o seu número preferido?". Ele recebeu respostas de todas as partes do mundo.

Apesar de todos os números de 1 a 100 terem tido votos e ter havido 472 votos para números de 1 a 1000, o preferido certamente foi o 7.

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, tentou comprovar o experimento com um método bem pouco científico. Mandou um e-mail para os jornalistas da equipe com a mesma pergunta.

Das 16 pessoas que responderam, 7 escolheram o 7, mais que os outros dígitos. O segundo lugar teve três votos.



Mas por quê?

"Quando escolhemos nosso número favorito, é provável que escolhamos um número ímpar, porque eles parecem mais interessantes", diz Bello.

"Os pares são mais cômodos - 2, 4, 6, 8 -, enquanto o 3, 7, 9, nos fazem pensar um pouco mais. E o 7 é o mais perigoso, porque é a tabuada mais difícil."

"Um dos testes de demência ou para pessoas que saíram de um coma que se faz é pedir a elas que, partindo do 100, subtraíam de 7 em 7 até no 0."

"Fazem isso porque é muito mais difícil. 5 é fácil. E se fosse 6 ou 8, os números se repetem muito mais do que com 7, então não seria tão complicado."

O curioso, diz Bellos, é que inclusive pessoas que dizem odiar matemática ou que acham impossível a tabuada de 7 o escolhem como número preferido.

Mas não apenas é um número do qual as pessoas gostam, ele também tem uma longa história.

Simbólico por excelência

"Ao longo da história, de todos os números, o 7 é o que tem mais simbolismo cultural, místico e religioso", aponto o autor.

Os 7 mares (que foram reais a imaginados ao longo dos séculos e através das culturas), as 7 idades do homem de Shakespeare, os 7 metais da Alquimia...

"Para mim, a razão pelo qual conferimos tantas qualidades místicas ao 7 gira em torno de sua unicidade numérica", diz Bellos. "O 7 é o único entre os primeiros 10 números que não pode ser multiplicado ou dividido dentro do grupo."

Mmm... ?

"Se você multiplica por 2 o 1, 2, 3, 4 ou 5, o resultado é menor ou igual a 10", ou seja, multiplicados por um do grupo, não saem dele.

"Os números 6, 8 e 10 podem ser divididos por 2 e 9, por 3, e seguem dentro do grupo."

"O 7 é o único que não produz nem é produzido. É por isso que parece especial... porque é!", constata Bello.

Todos os dias?

Os dias já são contados há muito tempo.

O nascer e o pôr-do-sol são eventos muito imponentes para que passassem batidos, principalmente quando não sabíamos iluminar as noites.

A natureza os separava e os humanos marcavam em um tronco.

"Nossos primeiros calendários estavam vinculados aos fenômenos astronômicos, como a Lua Nova, de forma que o número de dias em cada calendário variava. Se se regiam pela Lua, por exemplo, os ciclos duravam entre 29 e 30 dias", diz Bellos.

"No primeiro milênio a.C. os judeus introduziram o novo sistema: decretaram que o Sabbat seria cada sétimo dia ad infinitum, independentemente da posição dos planetas."

Ao contrário de outras culturas, em hebraico os dias da semana não têm nomes de deuses, festivais, elementos ou planetas, mas são números, com exceção de sábado, Yom Shabbat ou dia Sabbat.

Desta forma, explica, nos emanciparam das leis da natureza, colocando a regularidade numérica no centro da prática religiosa e organização social.

"A semana de 7 dias virou a tradição de calendário ininterrupta mais antiga da história", afirma.

Razões?

O 7 já era um número místico quando os judeus declaram que Deus levou seis dias para fazer o mundo e no sétimo descansou.

Outros povos mais antigos também haviam usado períodos de sete dias em seus calendários, mas nunca repetidos eternamente.

"A explicação mais comumente aceita para o predomínio do 7 no contexto religioso é que os antigos viam sete 'planetas' no céu: o Sol, a Lua, Vênus, Mercúrio, Marte, Júpiter e Saturno", destaca Bellos.

Os babilônios foram um desses povos que associaram o número 7 aos corpos celestes. Por isso, alguns acreditam, virou importante marcar o sétimo dia com rituais.

A semana de sete dias ligada ao astros foi adotada até no Extremo Oriente.

Mas pode haver outras explicações para sua importância simbólica.

Uma delas é que os egípcios usavam a cabeça humana para representar o 7, porque há sete orificios nela: ouvidos, olhos, nariz e boca.

A psicologia dá outra explicação: "Seis dias seria o período ótimo de tempo que uma pessoa pode trabalhar sem descansar".

"Além disso, sete pode ser o número mais apropriado de nossa memória, o número de coisas que uma pessoa média pode manter em mente é 7, mais ou menos 2."

E há algo mais que faz o 7 especial, segundo Bellos, que ilustrou com um exemplo peculiar.

"Pense nos sete anões da Branca de Neve. Por que não seis? Seriam suficientes - nem muitos nem poucos - mas poderiam se separar em 3 x 3, se dividir em grupos de dois. Se são sete, eles precisam ser vistos como um grupo."

"Para mim, isso faz com que o 7 seja poderoso: faz com que todos sejam iguais."

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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Déjàvu, seu cerebro checando memórias em tempo real, você ja teve?

Quantas vezes você teve aquela rápida sensação de já ter vivido uma cena antes? O nome dado a esse "replay" que às vezes vivenciamos é déjà vu. E agora os cientistas conseguiram entender por que isso acontece.

Em estudo publicado no The Quarterly Journal of Experimental Psychology, a equipe concluiu que um déjà vu é nosso cérebro mandando sinais para ver se houve algum tipo de "erro de memória". Ou seja, o fenômeno é nosso cérebro verificando se houve alguma incoerência entre o que realmente vivemos e o que achamos que vivemos.


Assim, o fenômeno não é uma viagem no tempo, mas, sim, o cérebro checando a memória que acabou de criar.

Entender exatamente como o déjà vu funciona foi um mistério por muito tempo, principalmente pela natureza do fenômeno ser imprevisível. Sem ter como prever quando a sensação acontece, os pesquisadores tinham dificuldade de analisar as reações cerebrais que ela causa.

Mas o cientista Akira O'Connor, da Universidade de St. Andrews, no Reino Unido, achou uma solução para o problema: ele e sua equipe conseguiram provocar o déjà vu em laboratório.

Para criar o fenômeno de propósito, os cientistas falavam para os voluntários uma lista de palavras relacionadas, como cama, travesseiro, pijama, noite, descanso, mas não citavam a palavra-chave do assunto, neste caso, o sono.
Em seguida, O'Connor perguntava se a pessoa tinha ouvido alguma palavra que começava com a letra "S". Os voluntários respondiam que não.

Depois disso, cientistas questionaram se os voluntários tinham ouvido a palavra "sono". Eles sabiam que não, mas por estarem pensando no contexto das palavras afirmaram sentir um déjà vu ao ouvir a pergunta.

Analisando o replay

Os pesquisadores conseguiram mapear o cérebro de 21 pessoas enquanto tinham a sensação.

Era esperado que áreas do cérebro envolvidas com a memória, como o hipocampo, fossem ativadas durante o déjà vu, mas isso não aconteceu.

Exames mostraram que as áreas frontais do cérebro, envolvidas na tomada de decisões, é que foram acionadas.

Logo, ter um déjà vu é um bom sinal por mostrar que o sistema de "checagem de memória" está funcionando bem e que é improvável que você esqueça ou confunda eventos passados.

Mas se você não costuma ter déjà vu não se preocupe, sua cabeça também está saudável.

De acordo com os pesquisadores, não sentir o fenômeno quer dizer que seu sistema de memória está infalível. Não ter gatilho para o déjà vu quer dizer que sua cabeça não está cometendo erro nenhum de memória.

Fonte: UOL Notícias
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